Sabor da Ilha de Santa Cruz!
Vinda da terra de Manoel,
E lapidada pelo avermelhado Papai Noel.
Vinda da terra de Manoel,
E lapidada pelo avermelhado Papai Noel.
Sabor que só se sente pensando,
Estudando, estudando
E trabalhando.
E ao trabalho,
Sem que a gente chama,
Vem uma quentura
Que arde como chama.
Que normalmente cedo,
O mais cedo possível.
Para colocar na colher,
O colher de um dia extensível.
De tão saboroso é,
Que vem aquele gosto,
Que não é de gosto de mané.
Sem que a gente chama,
Vem uma quentura
Que arde como chama.
Que normalmente cedo,
O mais cedo possível.
Para colocar na colher,
O colher de um dia extensível.
De tão saboroso é,
Que vem aquele gosto,
Que não é de gosto de mané.
É Brasil, estado lacaio...
Terra de palmeiras e sabiás.
Sabiás, galinhas e papagaios,
Todas aves de um tempo de ama,
Que, sem que a ama ordena-se,
Construiu esse país que se ama.
Terra de palmeiras e sabiás.
Sabiás, galinhas e papagaios,
Todas aves de um tempo de ama,
Que, sem que a ama ordena-se,
Construiu esse país que se ama.
Mas dentre tudo,
Minha maior dificuldade,
Vai mais longe que minhas faculdades.
Logo, acho que mente,
Pois esse gosto não sai de minha mente:
Fora a controversa,
Calça se bota, bota se calça
Ou quem bota nesta conversa?
Minha maior dificuldade,
Vai mais longe que minhas faculdades.
Logo, acho que mente,
Pois esse gosto não sai de minha mente:
Fora a controversa,
Calça se bota, bota se calça
Ou quem bota nesta conversa?
Adoreii! Poema complexo, nao entendi inteiro (e isso é ótimo). Fico com e compartulho a reflexão. Beijos da nein :)
ResponderExcluirNão sabia que escrevia poemas. Gostei do tom. Parece um daqueles saudosistas. A penúltima frase é um enigma dos brabos. Bota se calça, na minha opinião.
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