"O homem é um animal social." Já dizia Aristóteles.
O texto é longo, perdoe-me.
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A
princípio na época de seus avós (década de 20, 30, 40, 50, sei lá), o mundo
buscava a estabilidade familiar, a famosa família perfeita, ou seja, papai,
mamãe, filhinhos (muitos, por um acaso) e quem sabe um cachorrinho. Para isso
se realizar, em um mundo capitalista, necessita-se de estabilidade financeira.
Seus avós trabalharam quarenta, cinquenta anos no mesmo emprego, evoluindo
gradativamente na carreira para sustentar a família e por consequência,
tentaram doutrinar seus filhos - nossos pais - a fazerem o mesmo.
Seus filhos, naquela época, jovens e 'delinquentes', em um tempo conturbado, em que não queriam fazer parte do sistema, começaram a cultivar a cultura hippie e todas as características 'Carpe diem' que podem existir! E infelizmente, em algum momento de suas vidas, viram que teriam que 'crescer' e se tornar 'adultos responsáveis'.
Ao
crescermos, vendo nossos pais viverem uma vida que lhe impuseram, reclamando e
falando da monotonia do dia a dia de um trabalhador assalariado e as crescentes
crises financeiras, ficamos desesperados e desgostosos de perpetuar essa
doutrina. E gostando você, ou não, fomos mimados. Crescemos com as facilidades
tecnológicas e massivamente, aprendendo que poderíamos ser ou fazer o que
quiséssemos.
Chegamos a idade adulta e nos vimos frustrados. Quem nunca se pegou dizendo: "O que fazer?!", "Quero ter mais sucesso que meus pais e avós, mas quero pra agora se não daqui a pouco!", "E agora?" Dramatização, não necessariamente é assim.
Chegamos a idade adulta e nos vimos frustrados. Quem nunca se pegou dizendo: "O que fazer?!", "Quero ter mais sucesso que meus pais e avós, mas quero pra agora se não daqui a pouco!", "E agora?" Dramatização, não necessariamente é assim.
Enquanto
buscamos a nosso próprio caminho, vimos desiludidos com a sociedade em si...
Poxa, aprendemos nos com nossos ascendentes e nos livros de história que nossos
avós/bisavós, vieram para o Brasil em busca de uma vida melhor sem nada em
mãos, vimos nossos pais viverem em ditadura e lutarem bravamente contra ela. E
nós, vemos a corrupção ser disseminada a pobreza em cada canto e nada a ser
feito. Nossa juventude está passando e não vimos ou fizemos nada de importante.
Que frustrante, não?
A
realidade é triste, somos infelizes. Vemos que existe algo de errado, sentimos um vazio
que nunca é preenchido. Escrevemos blogs desabafando, isolamo-nos e vemos nas
redes sociais, todos felizes e realizados - o que não existe de verdade também
- tentamos mostrar uma 'pseudofelicidade', e refletimos para entender "o
porquê de não ser feliz iguais eles".
Esse
eterno vazio, que vira e revira e tentamos preencher "o buraco do quadrado com um triangulo", tem uma simples e
única palavra a ser preenche-la: Política.
Entenda política como um ato social; Tudo que pode ser contribuído a sociedade (polis), no princípio da política de Esquerda e Direita - e sim, os lados ainda existem e indiferente de definição, vivenciamos um dos lados e temos pensamentos e interesses de um dos lados - e lembre-se: 'quem fica em cima do muro é amigo do dono'.
Por isso que nas atuais e famosas
'manifestações de julho' - em que eu participei, com orgulho -, os jovens se
viram acender aquela 'chama' de que poderiam fazer a diferença e pela primeira
vez, se sentiram importantes. Quando vimos os resultados, entendemos, com os
nossos próprios olhos e mentes que poderíamos fazer a diferença de verdade.
A
natureza do homem é fazer política, fora dela, não vivemos plenamente felizes.
Isto é um fato.
Por isso, seja você o exemplo de uma
boa política!
Leia, apreenda, escute e julgue imparcialmente - e quando digo imparcialmente, não seria para "ficar em cima do muro". Seria para não ser um dos 'tolo', que fazem de seus diálogos, virarem monólogos ou discursos.
Não se ache o 'senhor do conhecimento', tenha humildade e seja modesto e ao expor seus argumentos. O mundo está cheio de conceitos prédefinidos e olha como está.
Quando só apreendemos, concordamos e julgamos o que consideramos certo, somos uma espécie ignorante unilateral. Temos que aprender o que não gostamos e o 'errado' para então, tomar uma postura e julgar. A ideia de dogmas, polêmicas e coisas que não se discutes estão fadadas ao fracasso.
O importante é ver as várias perspectivas sobre o mesmo assunto; Esteja aberto as opiniões contrarias. Discuta e dialogue sobre o que você quiser: sexíssimo, homossexualismo, religião, futebol, cotas,mamilos e
todos os possíveis e impossíveis preconceitos!
Resumindo: Discute e dialogue, e ao final apreenda! E ao final verá o quanto você cresceu.
Leia, apreenda, escute e julgue imparcialmente - e quando digo imparcialmente, não seria para "ficar em cima do muro". Seria para não ser um dos 'tolo', que fazem de seus diálogos, virarem monólogos ou discursos.
Não se ache o 'senhor do conhecimento', tenha humildade e seja modesto e ao expor seus argumentos. O mundo está cheio de conceitos prédefinidos e olha como está.
Aprenda a escutar; a entender o outro, leia aquele livro
chato de política, veja mais coisas sobre aquele autor chato, entenda o que
pensa aquela pessoa que você não gosta e o motivo de ela ser assim e porquê de
você não gostar. Saia da unilateralidade (apatia) irracional.
O importante é ver as várias perspectivas sobre o mesmo assunto; Esteja aberto as opiniões contrarias. Discuta e dialogue sobre o que você quiser: sexíssimo, homossexualismo, religião, futebol, cotas,
Resumindo: Discute e dialogue, e ao final apreenda! E ao final verá o quanto você cresceu.
"Ao final de um ciclo,
Começa-se outro.
Ao começo de outro
Ao começo de outro
Perpetua-se o mesmo."
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Deixando
bem claro, que quase nunca as ideias surgem em minha mente do nada, dedico este
post ao Profº Dr. Silvio de Almeida pelas aulas fantásticas
que tive o prazer de assistir e ao blog, "Demografia Unicamp",
pelo post sensacional sobre a geração Y. Que você pode acessa-lo, clicando aqui (recomendo !!)
